Meu Perfil BRASIL, Centro-Oeste, GOIANIA, JARDIM AMERICA, Homem, de 15 a 19 anos, Música, Informática e Internet, Arte e Pairar / Pensar MSN - joaodamasio15@hotmail.com
“E eles chegaram à Terra! Na África do Sul, e não surpreendentemente os Norte-Americanos vêm como representantes mundiais, defensores das causas nobres. Sim, os alienígenas! Por problemas técnicos em sua nave foram forçados a passar uma temporada de pelo menos 20 anos no planeta Terra. Poderíamos dizer que eles caíram aqui, mas não de fato – sua nave flutua na cidade de Joanesburgo, onde, pelo adiantar do tempo, criou-se uma favela, da mesma forma das que se criam no Rio de Janeiro, espontaneamente. Depois foi questão de incompatibilidade comportamental com os habitantes de Joanesburgo mesmo e foram cercados, sendo delimitado o Distrito 9 – a favela. Eis que a humanidade se cansa desses aliens destruidores por aqui e resolvem bani-los de perto, pelo menos, já que ninguém sabia como enviá-los de volta à seu planeta, nem mesmo eles, que incapacitados vão se alojando. A MNU (União Multinacional) é a responsável por despojar os habitantes do Distrito 9. Como clímax, o líder da missão, o agente Wikus van der Merwe (Sharlto Copley) é infectado pelo DNA Alien, que historicamente é conhecido por ser muito poderoso e, somente este DNA poder operar as mais fortes armas já vistas por aqui, portanto é uma sonho das multinacionais, como a MNU, líder mundial em armamentos, controlar este DNA. Eis que o infectado, antes respeitado chefe de missão, agora é cobaia cientifica, o homem mais procurado e caro do planeta! O único lugar onde ele poderia se esconder, longe dos olhos de qualquer humano, é... o Distrito 9. Daí a trama se desenrola... quer saber, veja o filme, rs.”
Ficções científicas sempre são apresentadas assim, em forma de documentário, já observou? Pois é... só que esta diferenciava-se. Era uma ficção com pitada inicial de comédia, sucedida por sustos pavorosos de suspense e detalhes sórdidos da relação familiar. É incompreensível em alguns instantes, talvez tenha faltado senso lógico na construção do filme. Temos a sensação de que há várias mãos na autoria da ficção, pois observamos a falta de relação entre os momentos familiares, mais afetivos e os momentos de tensão, as mesmas personagens assumem papéis diferentes de acordo ao momento do filme.
A teoria científica que alicerça a ficção é incrível e empolgante. Dá medo de que isto realmente possa acontecer tal como no filme. Saí da sala de cinema como se não tivesse visto o filme, mas certo de que aquelas criaturas estariam alojadas ali na África do Sul, realmente.
Fora isto, não há estranhamento, tudo já era “idéia acostumada”: alienígenas feios que parecem camarão ou qualquer outro crustáceo, mas tem traços e formas humanas (cabeça, tronco e membros); norte-americanos tomam conta do pedaço, mesmo sendo em território africano;
A transformação de Wikus em alienígena é gradual e sofrida, há reações físicas de todas as formas. Dica: Não almoce antes de ver o filme. Eu fiz isto e me senti mal, rs.
Mas falando do que mais me interessa e me leva a ver filmes, ouvir músicas ou ler livros, a mensagem passada pelo filme e que contradiz o super-heroísmo estadunidense, é quase religiosa ao impor a sensação de que somos insensatos, ambiciosos e não amamo-nos uns aos outros, pelo menos não mais que ao dinheiro e à guerra que concede supremacia a determinados povos. Isto fica claro no filme e é tão forte que por vários momentos, inclusive no final ficamos ao lado dos alienígenas nas batalhas. Eu saí odiando os humanos, mas lembrei... “opa! Também sou um.”
Apesar de não me sentir bem ao final por causa dos vômitos e demais detalhes nojentos avistados no filme após ter feito uma gulosa refeição, gostei do que vi. Não entraria na minha lista de 10 melhores longas, talvez na de 100 melhores, rs. Mas saí como uma impressão muito boa e parabenizo Neill Blomkamp e Terri Tatchell, autores do filme pelo feito.
Site do filme, com trailler e sinopse original: http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/district9/
A mente humana é uma máquina de surrealidades, isto é bom, quer dizer que há criatividade e imaginação. O problema é que somos amadores da verdade (mesmo que esta seja uma mentira). Verdade e mentira, afinal, são apenas intensidades que se relacionam, o oposto é a indiferença e a morbidez.
O “dual - busque” tratado só consuma que realmente somos escravos do sistema que criamos para rotular. O Rótulo sempre diz algo e que é relevante à mente. ‘ Não importa se o leite ainda cheira bem... no rótulo diz que está vencido!’.
Navegamos por todas as conjugações do verbo rotular em todos os tempos e pessoas, mesmo quando estamos sós a olhar no espelho. Afirmo que temos MEDO de tirar as rotulações. São de certa forma uma proteção.
Sexo e Rock’n’roll pra relaxar!
Amar nunca teve haver com esta mania sexual de sempre, mas nos foi conveniente assim rotular. Sei que você discorda de mim, no entanto. Culpa do Rótulo que está aí.
O Rock é a maior variante que eu conheço, permite rotular, desrotular, mascarar, regassar, implodir ou explodir – não é música, mas se expressa através dela, pra quem tem ouvidos e mente para ouvir e sacar.
Rótulos são insensatez vagabunda e medíocre, mas valoriza pelo homem. Sexo é tentativa falha de ser feliz, também coisa rotulada. E Rock and roll... é Rock and roll.
O acaso do sucesso de bilheteria de "Se beber, não case!"
Ah... Se assistir e ler, comente!
“The Hangover” (“Os Ressacados” ou “A Ressaca”) virou “Se beber, não case!” no Brasil. Realmente um título mais chamativo e atraente que o original, pelo menos para os brasileiros, como eu. Confesso a curiosidade que antecede a ida ao cinema. E o título em português é o causador dela.
A fotografia feita por Lawrence Sher nem é tão atrativa pra mim, assim como pras mentes que preferem algo diferente a cada sentada nas cadeiras do cinema. As imagens de divulgação remetem uma idéia de repetição do que sempre foi feito nos EUA, em filmes como “Operação Babá”, “American Pie” ou talvez “Eurotrip”. Pelo menos era essa a impressão pré-filme.
Os críticos de cinema e os que se metem à esse ofício me parecem unânimes ao elogiar o filme. Publicam em suas resenhas comentários sobre o sucesso repentino e inesperado que o filme lhes causara, bem como aos próprios produtores. Foi um filme custeado com 35 milhões de dólares (valor que não se iguala ao das grandes produções cinematográficas) e já é a comédia mais assistida do ano em seu país de origem, onde já lucrou quase oito vezes o valor gasto com a produção.
Mas, saindo dos dados técnicos, o filme é uma narrativa inversa (o final é apresentado antes dos fatos geradores) e desenrola a história da forma mais trash possível. Se você é daquelas pessoas muito organizadas, vai roer todas as unhas ao assistir.
Doug (Justin Bartha), um comum jovem americano, está prestes a se casar e seus amigos Stu (Ed Helms), Phil (Bradley Cooper) e Alan (Zach Galifianakis), respectivamente um dentista “pau mandado” da namorada; um professor colegial bonitão e um retardado gordo e viciado em drogas que é seu cunhado, programam uma despedida de solteiro em Las Vegas, onde a trama se passa durante os 100 minutos de filme. Ou seja, é uma comédia típica mesmo. Nada de novo, apesar de muito engraçada e envolvente.
Eles alugam uma suíte de luxo onde passam a noite e se divertem como nunca, mas no dia seguinte ao acordar não se lembram de nada. E ao acordar com a pior das ressacas que já vi no quarto mais desorganizado e destruído do mundo, vão investigando e descobrem o tigre do Mike Tyson largado no banheiro, uma galinha passeando pelo quarto, um bebê no closet, uma mulher estranha que se casou na obscura noite com Stu (o dentista, que é o mais certinho da turma) e o fato principal da história: o noivo simplesmente desapareceu. Esse é o fato gerador que os induz a altas aventuras por Las Vegas. Jogos, sexo, polícia e drogas apimentam o filme.
Na real, o filme vale a pena por ser muito engraçado e surpreender a cada cena, onde não há como segurar o riso. É de fácil entendimento, apesar de a trama ser somente a fase investigativa, pois é no final, junto aos créditos que, através de fotos hilárias o expectador descobre tudo que aconteceu naquela noite. Por fim, todos felizes, dentre muitos pormenores e personagens bizarros pelo caminho (como um chinês gay, lutador e rico que os persegue, a presença de Mike Tyson e a stripper que se casou com o dentista sem dente e bêbado).
Apesar da construção de todo este comentário da perfeição cômica do filme, percebo que não há nada demais. Os personagens carregam características típicas, em lugares típicos e famosos. Eu não me espanto com o sucesso de bilheteria dessa “bobagem legal” que é a trama. Afinal, é um filme americano, produzido por Tood Phillips, nos estúdios da Warner Bros. e com personagens bobos, mas já estereotipados e com molde certo na “cabeça das pessoas”.
Não há sequer um valor moral inserido, nem nas entrelinhas. O papel do filme é te transportar pra um mundo social e politicamente incorreto. E o filme faz isso... mas ta valendo, afinal é um filme de comédia!
Na saída me decepcionei comigo mesmo por ter adorado o filme.
As juventudes existem e são tão complexas que não há fôrmas capazes de moldá-las às medidas necessárias. Mesmo assim o sistema midiático nos impõe que o jovem normal vai para balada todo sábado, vive com fone do MP4 no ouvido, lê os livros de série, toma milk-shake com os amigos no shopping, namora, estuda e acha tudo um porre, mas não vive sem a escola, onde começa a experimentar toda essa “normalidade”.
Na elaboração de futuro, a fumaça parece permear no horizonte enquanto pairamos no planejamento egoísta do “querer ser pra ser melhor que todos”. E nesse caminhar é difícil compreender se esse embaçado atônito e viciante é marca pessoal no olhar ou já é elemento de composição da paisagem.
As normas da rotina são ditadas e nós agimos. Enquanto exercitamos o agir neste meio, concebemos e nos mantemos no ciclo. “Bem vindo à sua vida!” A roda só gira se há impulso para tanto.
Um segundo no quarto, com um terço rezado ou um quinto de esforço... noções suficientes para nos percebermos como seres humanos que giram ou tropeçam na roda da “conviveniência”¹.
A súplica é: “Alguém tem que falar! Todos estão mudos!”. E a juventude tem a obrigação natural de exercer esse papel de porta voz revolucionário, de acordo com Diogo Damasceno² quando diz: “Ser jovem é ter vontade de fazer mais. Energia. É estado de espírito e respeito à diversidade, pois a juventude é plural e tem diversas tribos. Ser jovem é antes de tudo a tentativa de compreender o mundo a nossa volta.”
Pena que os valores da juventude mal interessam perante o nosso majestoso sistema criador de rotinas, que só vem ressaltar o critério da in-experiência³ – fase testemunhada por todos os jovens (de todas as classes econômicas). Não basta que chancelem regras e imponha argumentos, devemos nos organizar e reformular “partindo do zero” novamente.
É passada a hora de acordar! Enquanto houver chão sobre os pés, caminhar. Imaginação flui e temos que “perder tempo” transbordando conteúdo. Escrever, falar, fazer, amar, sentir, adotar, criar, aniquilar, sugerir, exigir! O importante é lembrar “quem sou eu” e agir para além do reagir.
Tudo que está no meio do caminho pode impulsionar o êxito ou forçar o tropeço. Antes disso, no entanto, é via de regra que somos responsáveis por tudo que encontramos no nosso trajeto.
¹Conviveniência: Convivência + Conveniência. Conviver da forma que for conveniente.
²Diogo Damasceno é acadêmico de Ciências Sociais na Universidade Federal de Goiás, militante assíduo de movimentos sociais que trabalham com os eixos da juventude e do meio ambiente – meio em que é renomado e reconhecido enquanto forte liderança. Além disso, é Educador Social e desenvolve trabalhos de arte gráfica (http://artedamasceno.blogspot.com/).
³In-experiência: refere-se ao jovem inexperiente, mas em (in, do inglês) experiência.
O que há por trás do {J}ornalista {D}escaradamasio
Nome: João Damasio da Silva Neto. Data de Nascimento: 03 de Fevereiro de 1991. Reside em: Palmelo (casa da família) e Goiânia (para estudos). Signo: Aquário. Altura: 1,85. Peso: 85 Kg. Ator: Nacional - Toni Ramos. Atriz: Nacional - Cléo e Glória Pires; Internacional - Sandra Bullock. Cantor: Mattew Bellamy (MUSE). Cantora: Pitty. Música: Pitty, Muse, Avenged Sevenfold, Queens of the Stone Age, Iron Maiden, Ana Carolina, Maria Rita, Wanessa da Mata, Vulca, Luxúria, 30 seconds to mars, Forfun, Nação Zumbi. Cor: Preto. Comidas: Tudo que der vontade. Filme: DejaVu. Hobby: Internet (Blogar). Um lugar: Meu coração. Time: Palmeiras. Mania: Roer unha. Qualidade: Sinceridade. Defeito: Timidez. Frase: "O importante é ser você!" Roupa: Socialmente jovem. obs.: fora rotinas ("essa é de sair e essa de ir pra escola"). Admira: Família, Amigos, Dona Vânia, Marina Silva. Um show: Pitty e Muse (no Porão do Rock, 2008, Brasília, Estacionamento do Mané Garrincha). Músicas prediletas: Anacrônico, Fracasso, Na sua estante, (ah! nem vou começar, pq se não num paro) - Pitty; Plug in baby, Hysteria, Muscle Museum - Muse; A little piece of heaven, Afterlife - Avenged Sevenfold; Brasil Corrupção - Ana Carolina. Futuro: Buscar o descaramento... e fugir da "Roda" - vide "Rato na Roda/Pitty".
Profissional: Acadêmico de Comunicação Social / Jornalismo (Faculdade Araguaia); Coordenador de Comunicação do Coletivo Jovem de Meio Ambiente de Goiás; Técnico em Sistemas de Informação; membro da REIA-GO; REJUMA e ONG MUDA BRASIL. Resumindo: Futuro Jornalista, Educador Ambiental e Técnico em Informática.
Em construção, um jornalista em construção. Não por não ter diploma de jornalista (que inclusive se iguala a um pedaço de papel higienico - detalhe: manchado com algo impresso em forma de texto pra piorar a situação), mas por começar a perceber que eu posso. Que nos podemos nos Educomunicar com qualidade e que meus posts em Blogs pessoais podem se tornar profissionais.
Protótipo do Jornalista Descaradamasio surge hoje, 30 de agosto de 2009. Ainda desconcertado. O desconcerto que busca o descaramento profissional. JD, Codnome que já utilizo entre amigos da faculdade e outros íntimos, agora se torna público pra significar algo além da abreviação do meu nome (João Damasio), vem com o J de Jornalista e D de Descaradamasio (descarado + Damasio - meu sobrenome).
Percebo que o Descaramento é a forma de expressão que pode possibilitar a visualização do processo evolutivo de um ser desconcertado, como já repeti. Meu sangue encontra, agora, outros rios para desaguar.
P.S.: Créditos do "Descaradamasio" ao Raitman (amigo que cursou Técnico em Sistemas de Informação comigo entre 2007 e 2008, no CEFET em Urutaí-GO).
Bem-vindos à personificação do "Descaramento educado" (?!?)!